Lâmpada incandescente sai do mercado e LED terá selo do Inmetro

As tradicionais lâmpadas incandescentes saíram de cena — não podem mais ser comercializadas desde o dia 1º deste mês —, e as modernas lâmpadas de LED, que as substituem, a partir de 17/07, só poderão ser vendidas com o selo do Inmetro. A certificação visa a garantir um padrão de qualidade de iluminação, baixo consumo e, também, segurança. É que modelos irregulares à venda no mercado oferecem risco de superaquecimento, choque e curto-circuito, alertam especialistas. “No programa de certificação, como se trata de um modelo com chip, verificamos inclusive o potencial de interferência das lâmpadas LED com os demais eletrodomésticos, para evitar, por exemplo, chiados na televisão e no rádio”, explica Leonardo Rocha, pesquisador tecnologista do Inmetro, alertando que, para micro e pequenas empresas, o prazo para venda exclusiva de lâmpadas certificadas só termina em janeiro de 2018.

A durabilidade é outro ponto que deve ser observado. Enquanto uma lâmpada incandescente durava cerca de 750 horas, o que corresponde a um ano, as fluorescentes têm uma vida útil de 6 mil horas (cinco anos), e as de LED, de 25 mil horas.

Todos os produtos certificados deverão trazer estampado nas embalagens o selo de identificação do Inmetro, com o número de registro, o comparativo de equivalência da potência do LED em relação às lâmpadas fluorescentes e às incandescentes (W), temperatura da cor (K) e a eficiência luminosa (Im/W), além da identificação do fabricante ou importador o número e contato do serviço de atendimento ao cliente.

Fonte: Valor Economico